Perdeu-se todo o significado, toda a capacidade de dizer, todo o gesto, simples e exato, todo o comprometimento, todo sentimento. Perdeu-se a importância, o fato, o ato, o consumo da palavra, o sabor, o amor, a dádiva de dizer, eu te amo.
Escrever já não adiante, mas mesmo assim ainda tento...
sábado, 18 de dezembro de 2010
Sigo os berros inquietantes... Que me levam aonde quero chegar, sigo aquilo que me move, sigo o que me constrói, sigo tudo aquilo que me faz ser diferente... Tudo o que você jamais será. Algo que não sei muito bem como é.
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